Praticar atividade física ajuda a preservar a força muscular e evitar perda óssea a partir dos 50 anos

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Manicure volta a praticar vôlei com os amigos perto de completar 50 anos — Foto: Reprodução/TV Globo

A fragilidade muscular atinge 9% das pessoas com mais de 50 anos, no Brasil. Cuidar da alimentação também é fundamental para prevenir problemas de saúde.

A partir dos 50 anos é mais difícil ganhar massa muscular e é natural perder massa magra e ter perda óssea, por isso é importante praticar alguma atividade física. No Brasil, a fragilidade muscular das pessoas com mais de 50 anos, atinge 9% e depois dos 60 anos já passa para quase 14%. Cuidar da alimentação é outro fator importante para garantir a ingestão de nutrientes. Segundo os médicos, 80% dos idosos não consomem a necessidade diária de cálcio; 60% não consomem a recomendação diária de proteína e 90% não consomem a necessidade diária de vitamina D.

Alimentação balanceada ajuda a evitar problemas de saúde — Foto: Reprodução/TV Globo

PRATICAR ESPORTE DEPOIS DOS 50 ANOS
Com o passar dos anos, as pessoas têm menos obrigações com os filhos, com a família e podem resgatar sonhos, inclusive uma atividade física que gostavam de fazer quando jovem. É o caso da manicure Sandra Oliveira, que nas horas vagas joga vôlei. “Conheci o vôlei na rua porque as amigas mais velhas já jogavam na escola. Continuei jogando até a fase adulta, até sair da escola”, conta.

Quando terminou os estudos, a Sandra não tinha lugar para jogar vôlei e parou. Foram mais de 30 anos longe das quadras. Até que ela reencontrou amigos e eles voltaram a praticar o esporte. Com os treinos, eles chegam a jogar por duas horas seguidas sem perder o ritimo. “Duas vezes por semana. A gente está aqui pra isso [jogar]”, fala a manicure.

O corpo e a mente dela sentiram a diferença. “Chegando na casa dos 50 eu estou mais firme, sinto a musculatura firme. Tenho mais força. É relaxante, é gostoso rever os amigos. Vai em busca que vale a pena”.

DESAFIO DO BEM ESTAR
A professora aposentada, Claudete Nascimento, come normal sem muito exagero nem restrições. Ela topou participar de um desafio do Bem Estar e fotografou, por uma semana, todas as refeições para a análise de um especialista. A professora também fez exame para analisar a quantidade de massa magra e massa gorda.

No exame de imagem, uma revelação. A Claudete estava com um nível de massa gorda um pouco acima do considerado normal. Ela tem uma reserva boa de massa magra, mas precisa cuidar mais da alimentação e da ingestão de proteína. “Vou procurar seguir a orientação médica”, afirma Claudete.

Exame identifica a quantidade de massa magra e gorda — Foto: Reprodução/TV Globo