Pintor morto após levar descarga elétrica consertava máquina de soldar em Rio Preto, diz filho

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Alexandre - Jornal bom dia
Alexandre Fabrício Alves morto após levar choque teve parada cardiorrespiratória em Rio Preto (SP) — Foto: Arquivo pessoal

‘Ele estava com queimadura nas mãos, por isso suspeitaram do choque’, diz filho da vítima. Laudo do Instituto Médico Legal (IML) com as causas da morte deve ser liberado em 30 dias.

O pintor morto após levar uma descarga elétrica consertava uma máquina de soldar, na chácara onde morava com a família em São José do Rio Preto (SP), quando levou o choque, segundo o filho Fabrício Domingos Alves, em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (25).

Alexandre Fabrício Alves, de 42 anos, teve uma parada cardiorrespiratória e morreu na noite de terça-feira (23), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Vila Toninho, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu.

“Era o hobby dele. Ele chegava do trabalho, colocava música e ficava consertando as coisas de casa”, disse o filho Fabrício.

O rapaz, que também é pintor e trabalhava com o pai há dez anos, afirmou que Alexandre ultimamente reclamava de dores no peito, mas não chegou a procurar um médico.

De acordo com Fabrício, o irmão dele encontrou o pai caído no chão. “Não estava chovendo, não tinha água perto dele e não vimos nenhum fio desencapado”. Ainda conforme o filho, a mão dele estava queimada quando eles o encontraram caído.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) indicando a causa da morte deve ser liberado em 30 dias. “Eu e meu irmão trabalhávamos com ele todos os dias, a ficha ainda não caiu. A nossa irmãzinha de cinco anos toda hora chama pelo nosso pai.”