PF faz operação para prender 5 contra tráfico de cocaína

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Carregamento de 400 kg de pasta base de cocaína, que estava em avião que fez pouso forçado, foi apreendido durante a investigação (Foto: Polícia Federal de Mato Grosso)

Segundo a PF, droga era obtida em Cáceres e era enviada principalmente para São Paulo. Ainda na investigação, policiais apreenderam quase uma tonelada da droga.

Uma operação para prender cinco pessoas envolvidas com tráfico de cocaína é realizada nesta quarta-feira (19) pela Polícia Federal em Mato Grosso e em São Paulo. Segundo a Polícia Federal, devem ser cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão. Outras cinco pessoas foram presas durante a fase de investigação, depois que um avião com 400 kg de pasta base de cocaína fez pouso forçado em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá.

Avião com pasta base de cocaína fez pouso em Tangará da Serra, no dia 23 de abril (Foto: Divulgação/PM-MT)
Avião com pasta base de cocaína fez pouso em Tangará da Serra, no dia 23 de abril (Foto: Divulgação/PM-MT)

A operação, chamada de ‘Transbordo’, tem mandados a serem cumpridos em Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Tangará da Serra (MT), Rondonópolis (MT), São Carlos (SP), Pedreira (SP) e São José do Rio Preto (SP). De acordo com as informações da polícia, a droga era obtida na região de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, e tinha como principal destino o estado de São Paulo.

Além dos mandados, a Polícia Federal deve ouvir depoimento de outros investigados que já foram presos no curso da investigação. Conforme a PF, as investigações tiveram início há aproximadamente cinco meses e estavam baseadas em Várzea Grande, na região metropolitana da capital.

Durante a fase de investigação, foram feitas prisões de nove pessoas que teriam envolvimento com a organização criminosa. No total foram apreendidos 937 kg de pasta base de cocaína, uma aeronave e diversos veículos utilizados no transporte da droga ou que foram adquiridos com valores provenientes do tráfico.A Terceira Vara Criminal de Várzea Grande determinou o bloqueio de contas bancárias utilizadas pelos investigados, além do sequestro de bens.