Farmacêutica é estuprada ao sair de banco em avenida de Rio Preto

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Caso aconteceu na avenida Potirendaba, região sul de Rio Preto (SP).
Ela foi levada por dois homens a matagal e foi agredida.

Uma farmacêutica de 30 anos foi raptada na avenida Potirendaba, zona sul de São José do Rio Preto (SP), nesta terça-feira (27). Segundo a polícia, ela saía de uma agência bancária, quando foi abordada pelo estuprador, que estava armado. De acordo com a polícia, o homem obrigou a vítima a entrar no carro dela e a levou para um matagal, perto do distrito de Talhado.

Segundo a vítima disse à polícia, ela foi seguida por outro carro. No local, a mulher foi agredida e estuprada por dois homens.

O caso colocou a polícia em alerta. Este é o segundo caso, com as mesmas características, registrado nesta semana em Rio Preto. No domingo (25), outra jovem de 20 anos conta que seguia a pé para casa da tia no bairro Santa Cruz, área central, quando foi abordada por um motorista numa caminhonete. Ele pediu uma informação, mas acabou a colocando dentro do veículo e abusou dela. “Ele veio falar comigo, veio perguntar qual rua era a que estávamos. Falei que não sabia, e nisso ele me pegou a força e me colocou dentro do carro, eu fui gritar e ele tapou minha boca. Ter ainda as imagens na cabeça, de tudo que aconteceu, estou esperando melhorar, porque é difícil”, afirma a mulher, que não quis se identificar.

Na avenida onde a farmacêutica foi raptada, o clima era de medo e apreensão entre as mulheres nesta quarta-feira (28). “As mulheres não podem nem mais andar tranquilamente, nem mesmo a luz do dia que pode acontecer uma coisa terrível dessa”, afirma a fisioterapeuta Estelarames Regina Duarte.

Em apenas cinco dias quatro mulheres foram estupradas em Rio Preto. Desde o começo do ano foram  82 vítimas. Os casos registrados nesta semana já estão sendo investigados. O que chama a atenção é a abordagem em plena a luz do dia.

Os policiais da DIG, Delegacia de Investigações Gerais, tentam identificar quem são esses estupradores.  “Todas as ocorrências são encaminhadas para a DIG, além da DDM contamos com o apoio da especializada. É preocupante porque foge da rotina que traçamos. Mulheres são abordadas em plena luz do dia, em locais habitados, e isso é muito preocupante”, afirma a delegada Dálice Ceron, da Delegacia de Defesa da Mulher.

Avenida Potirendaba, onde mulher foi raptada (Foto: Reprodução / TV TEM)
Avenida Potirendaba, onde mulher foi raptada (Foto: Reprodução / TV TEM)

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