Falta de estrutura em pontos de ônibus gera reclamações entre moradores de Rio Preto

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Ponto de embarque de ônibus no bairro Solo Sagrado (Foto: Reprodução/TV TEM)

Passageiros alegam que pontos de ônibus não têm cobertura, bancos e, em alguns casos, apresenta mato alto ao redor.

Moradores de São José do Rio Preto (SP) que dependem do transporte coletivo estão enfrentando dificuldades com a falta de estrutura em alguns pontos de ônibus. Isso porque faltam coberturas, bancos e, em certos bairros, o mato toma conta do local.

A autônoma Vanessa Medeiros, moradora do bairro Solo Sagrado, reclama das condições do ponto de ônibus que utiliza diariamente para ir ao trabalho. “A gente fica no sol, não tem cobertura, não tem nada. Não tem nem um lugar para se esconder da chuva”, diz a autônoma.

Segundo a prefeitura, Rio Preto tem cerca de 2 mil pontos de ônibus. Do total, apenas 430 têm estrutura para os passageiros.

Também não há estrutura em pontos de ônibus da Avenida Danilo Galeazzi, Avenida Nossa Senhora da Paz, Rua São Paulo e Jardim Yolanda.

Segundo o operador de telemarketing Adilson Cordeiro, que mora no Parque Residencial Solidariedade, todos os pontos de embarque não tem banco e nem cobertura. “Tenho que chegar em cima da hora para poder pegar o ônibus porque senão a gente fica no sol ou chuva”, conta Adilson.

Além da falta de estrutura, alguns pontos de embarque estão tomados pelo mato alto. No bairro Residencial Caetano, Zona Norte de Rio Preto, passageiras se sentem inseguras. “É triste conviver com mato, com formiga, com inseto. O mato está sempre assim, alto”, diz a empregada doméstica Terezinha Garcez.

No bairro Residencial Caetano, zona Norte de Rio Preto, passageiras se sentem inseguras com mato alto próximo ao ponto de ônibus  (Foto: Reprodução/TV TEM)
No bairro Residencial Caetano, zona Norte de Rio Preto, passageiras se sentem inseguras com mato alto próximo ao ponto de ônibus (Foto: Reprodução/TV TEM)

A Coordenadoria de Mobilidade Urbana de Rio Preto disse que está reaproveitando as estruturas cobertas e que estão recebendo novos pontos nos locais mais críticos. Afirmou também que vai incluir nesse cronograma os locais citados na reportagem.