E se o quadro contabilizasse todas as medalhas distribuídas? Bom, veja só…

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E se o quadro contabilizasse todas as medalhas distribuídas? Bom, veja só…

Trinta atletas seriam ouro nos dois últimos dias dos Jogos, e Brasil daria grande salto. Com os esportes coletivos, Itália se daria mal, e a Argentina, bem. Confira e divirta-se

A campanha olímpica foi coroada no fim com as emocionantes medalhas de ouro conquistadas no futebol e no vôlei masculinos, e o Brasil teve, nos dois últimos dias dos Jogos, 30 atletas no lugar mais alto do pódio. O número chamou a atenção, e o GloboEsporte.com resolveu pesquisar para montar uma curiosa e hipotética lista: como seria se o quadro contasse todas as medalhas distribuídas ao longo das competições no Rio de Janeiro? Será que os esportes coletivos realmente fariam a diferença? Haveria mudança no topo do ranking? Eis as respostas!

O Brasil teve 37 campeões olímpicos. Além dos comandados por Rogério Micale e Bernardinho, os outros primeiros colocados foram Alison e Bruno Schmidt (vôlei de praia), Thiago Braz (salto com vara), Robson Conceição (boxe), Rafaela Silva (judô), e Martine Grael e Kahena Kunze (vela). Ao todo, foram 51 medalhas distribuídas aos brasileiros, com Isaquias Queiroz sendo o único a ganhar mais de uma (duas pratas e um bronze). O número faria os donos da casa subirem sete posições no quadro, ocupando a sexta colocação – sete posições acima do quadro da vida real.
Quadro de medalhas Rio 2016 (Foto: GloboEsporte.com)
Quadro de medalhas hipotético (Foto: GloboEsporte.com)

Ouros nos esportes coletivos na Olimpíada 2016:

Futebol – Brasil (M) e Alemanha (F)
Vôlei – Brasil (M) e China (F)
Basquete – Estados Unidos (M e F)
Handebol – Dinamarca (M) e Rússia (F)
Hóquei sobre grama – Argentina (M) e Grã-Bretanha (F)
Polo aquático – Sérvia (M) e Estados Unidos (F)
Rugby – Fiji (M) e Austrália (F)

As duas primeiras colocações seriam mantidas por Estados Unidos e Grã-Bretanha. Com ótimo desempenho na natação, por exemplo, os americanos teriam a hegemonia ampliada graças a uma multiplicação nos revezamentos. Somente com Phelps, Ledecky e companhia seriam 71 medalhas – na lista oficial foram 33 computadas. A grande mudança no top 5 ficaria com a queda da China do terceiro para o quinto lugar. Mesmo com a vitória no vôlei feminino (12 medalhas), a potência seria ultrapassada por Rússia, campeã no handebol feminino (15) e no nado sincronizado (11), e Alemanha, campeã no futebol feminino (18) e com equipes de canoagem (9) e remo (8).

Um grande salto, maior que o brasileiro, seria da Argentina, da 27ª para a oitava colocação. O ouro do hóquei sobre grama masculino seria “transformado” em 18, o que deixaria os hermanos, que também venceram no judô e na vela (dupla mista), figurando entres os principais países. A Sérvia também teria um grande ganho, contando com os 13 ouros recebidos no título do polo aquático masculino.

Duas quedas notáveis na parte de cima seriam da Coreia do Sul (oitavo para 13º) e da Itália (nono para 18º). Os asiáticos só se beneficiariam na contagem com as duas equipes do tiro com arco, enquanto os europeus seguiriam com o mesmo número de ouros, já que só tiveram campeões “sozinhos”. E lembre-se: essa contagem é uma história de ficção. Qualquer semelhança com a realidade não chega a ser nem mesmo mera coincidência.

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