Com defesa consistente no Sul, Corinthians chega ao sexto jogo seguido acumulando pontos

0
Cássio, Gil e Manoel: Corinthians mostrou defesa forte no Beira-Rio — Foto: Wesley Santos/Press Digital

Corinthians está em ascensão no Campeonato Brasileiro. Contra fatos, não há argumentos.

Desde que a competição foi retomada, com o fim da Copa América, o Corinthians não passou nenhuma das seis rodadas sem pontuar. Dos 18 pontos disputados, somou 12 e dobrou sua pontuação na tabela, atualmente com 24:

  • Antes da Copa América: oito jogos, 10ª colocação e 12 pontos somados;
  • Pós-Copa América: seis jogos, 6ª colocação e mais 12 pontos somados.

O Timão venceu o CSA em casa (três pontos), empatou com o Flamengo em casa (um ponto), venceu o Fortaleza fora de casa (três pontos), empatou com o Palmeiras em casa (um ponto), venceu o Goiás em casa (três pontos) e empatou com o Internacional fora de casa (um ponto).

Na estratégia de Fábio Carille, portanto, o 0 a 0 diante do Inter foi um ótimo resultado. O Corinthians não foi a Porto Alegre para empatar, mas, conforme o jogo foi se desenhando, aceitou como positiva a ideia de segurar o ponto para seguir somando na competição. Até por isso, as mudanças de Carille foram mais no sentido da manutenção do resultado do que da busca pelo gol.

Mesmo sem Fagner, o Timão foi consistente defensivamente.

No 4-1-4-1 de sempre, deixou a bola com o time colorado, fechou-se num ferrolho eficiente e afastou quase todo o perigo que rondou a área. Quando Nico López conseguiu superar Danilo Avelar, chutou para fora.

O Timão, mesmo não jogando melhor, poderia ter vencido a partida. Júnior Urso perdeu chance dentro da pequena área, depois de bola cruzada por Clayson. Nos acréscimos, Everaldo ainda escapou em contra-ataque e quase achou um gol.

Até o fim do primeiro turno, o Corinthians ainda enfrenta Botafogo (em casa), Avaí (fora), Atlético-MG (em casa), Ceará (em casa) e Fluminense (fora).

Se seguir pontuando rodada a rodada, o Timão pode passar a sonhar com coisas maiores dentro da competição. Hoje, a briga não é por título. A missão é ficar no bolo.