Bairros de Rio Preto recebem fumacê para combater o Aedes aegypti

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Fumacê passa por rua de bairro em Rio Preto (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Preocupação agora é com a febre amarela, o mosquito é o transmissor.
Febre amarela é uma doença grave, que pode matar.

A Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto (SP) intensificou os trabalhos de combate ao mosquito Aedes aegypti na zona leste da cidade. A preocupação agora é com a febre amarela, já que o mosquito é o transmissor da doença na área urbana.

Nesta quinta-feira (25), teve fumacê no Distrito Industrial Tancredo Neves, que fica ao lado da mata ao redor do córrego dos Macacos. Foi nesta mata que macacos foram encontrados mortos. Amostras desses animais foram recolhidas para verificar se eles estavam com febre amarela.

A campanha de vacinação foi reforçada nos bairros por onde passam o córrego e a mata. Nos últimos dias filas têm se formado nas unidades básicas de saúde. A vacina contra a febre amarela é gratuita e pode ser encontrada em todos os postos de saúde da cidade e na região também.

Casos
Vários macacos foram encontrados mortos em Rio Preto e também na região. Em um dos casos, foi confirmada a causa da morte como febre amarela. Desde então, a Secretaria de Saúde de Rio Preto tem intensificado a vacinação.

No ano passado, um operário de 38 anos morreu por causa da febre amarela na região de Rio Preto. A vítima morava em Bady Bassitt (SP) e morreu depois de ficar duas semanas internado no Hospital de Base de Rio Preto. Há oito anos a região não registrava casos desta doença. Esse caso de febre amarela é do tipo silvestre e não da urbana, segundo a Sucen.

Doença
A febre amarela é uma doença grave, que pode matar, por isso a importância da vacinação para quem ainda não tomou a vacina ou está com a dose em atraso. Rio Preto tem a vacina disponível em qualquer uma das 27 unidades de saúde do município.

A vacina, no entanto, não é recomendada para mulheres grávidas, mulheres que estejam amamentando criança com menos de 6 meses de vida, pessoas com doenças ou em tratamento que prejudique a resposta imunológica (HIV/AiDS, quimioterapia, etc) e pessoas com alergia grave ao ovo ou a algum componente da vacina.

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