Acusados de matar taxista de Tanabi são condenados a 23 anos de prisão

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Bento Cruz Gonçalves foi morto durante uma corrida de táxi (Foto: Reprodução / TV TEM)

Crime, na época, ganhou grande repercussão no noroeste paulista.
Taxista desapareceu após corrida e foi encontrado morto dias depois.

Os dois acusados de matar um taxista de Tanabi (SP), em setembro do ano passado, foram condenados, cada um, a 23 anos de prisão. O crime, na época, ganhou grande repercussão no noroeste paulista. A decisão da Justiça foi publicada nesta segunda-feira (28).

José Roberto Ramos Júnior e Davi Silva de Oliveira foram condenados pela morte de Bento Cruz Gonçalves. Segundo o inquérito, eles confessaram ter matado a vítima e também foram os dois que levaram a polícia até o local em que o corpo estava: um canavial em Engenheiro Balduíno, distrito de Monte Aprazível (SP).

A vítima, que tinha 63 anos, era motorista aposentado e fazia bico como taxista. Depois de pedir uma corrida, os condenados mataram Bento e levaram o carro. Eles já estavam presos mesmo antes da condenação.

Entenda o caso
O taxista desapareceu no dia 7 de setembro do ano passado depois que saiu para levar um passageiro até Monte Aprazível (SP), só que uma hora depois, ele ainda não tinha voltado e o celular dele já estava desligado.

Parentes e amigos do aposentado se juntaram ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar para fazer buscas pela região. O helicóptero Águia sobrevoou o local onde o carro do taxista foi encontrado. O carro foi encontrado na garagem de uma casa abandonada, na área rural de Tanabi.

Segundo a polícia, o carro estava trancado e não havia sinais de violência. O último contato de Bento Cruz com a família foi no dia 5 de setembro. O motorista aposentado, de 63 anos, fazia bico como taxista. Ele saiu para fazer uma corrida no carro particular.

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