Vagner tem papo com Cuca e admite ansiedade por “oportunidade da vida”

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Instantes antes do treino desta quinta-feira na Academia de Futebol, Cuca caminhou até Vagner, goleiro que substituirá Fernando Prass durante a Olimpíada, e teve um bate-papo rápido em particular. A intenção do treinador, a três dias do duelo em casa contra o Atlético-MG, foi passar tranquilidade ao novo titular da meta palmeirense.

– O Cuca é um paizão para todo mundo aqui, conversa, passa tranquilidade. Ele me falou que Deus abençoa quem trabalha, resumindo a conversa. Disse que sou um cara do bem, não tem motivo para não dar certo. Desde que cheguei, ralei muito. Espero fazer uma grande partida – contou o goleiro de 26 anos.

Contratado no início da temporada, Vagner ainda não atuou nenhuma vez com a camisa alviverde. A partida de domingo, que mais uma vez põe em jogo a liderança da equipe no Campeonato Brasileiro, será sua primeira oportunidade. Uma chance que, obviamente, vinha sendo aguardada com muita expectativa e é vista por ele como a maior da carreira até aqui.

– É a realização, a oportunidade da vida, num grande clube, com grande estrutura. Um time que tem condições de brigar na parte de cima da tabela. O peso da camisa de um time que já foi campeão da Libertadores… É a realização de um sonho – admitiu o ex-goleiro de Avaí e Ituano.

– Pelo momento do time, por estar num grande clube, ser minha estreia, com certeza a gente tem um pouco de ansiedade. Mas a gente vem trabalhando junto com o Prass, estou preparado para assumir essa responsabilidade e ajudar meus companheiros no domingo – acrescentou.

Apesar da possibilidade de ser titular em até seis rodadas do Brasileiro, dependendo do desempenho da seleção olímpica, Vagner não projeta disputa pela titularidade. Acredita, no entanto, que possa mostrar seu trabalho de olho no futuro.

– Quando cheguei, disse que um dos motivos da minha vinda era o tempo de contrato, que são quatro anos. O Prass está tendo oportunidade na seleção olímpica e, espero, na principal também, porque é merecedor. Vou encarar esses seis jogos como oportunidade de, no dia em que o Prass parar, a torcida pensar que não será preciso contratar.

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